terça-feira, 18 de janeiro de 2011

ninguém nasce homofóbico

Às vezes quando estamos tão tristes, nossos sonhos caem no chão como pedacinhos de estrelas que pouco à pouco se apagam, nosso coração chora em silêncio, para não fazer barulho, os olhos do coração vêem além mais do que a vista nos permite, gelam todo o corpo e o coração de tanto amar se converte em gelo para não sofrer mais, para já não chorar... Mas que enganado está! no final haverá alguém para acender a chama da sua alma e derretera o gelo que a dor formou no seu interior, e se olhar para o céu, se dará conta que ficam milhões de estrelas e cada uma é um sonho por cumprir, ainda que algumas se apaguem, haverá muitas que apenas começam à brilhar, e também se dará conta que há estrelas que brilham, mas a sua luz não é mais que um eco, o espelho do que algum dia foi a sua verdadeira luz, mas agora já não existe, você decide no que acreditar, só não abandone seus sonhos, são os únicos que te salvarão do esquecimento . o silêncio da noite é meu refugio, sou filho da escuridão, sou uma criança perdida e tristes. Já não sinto mais nada, somente medo.
mais medo do que???
medo de mim mesmo???
ou medo de tentar ser o que na realidade abominamos??..."
Não sei hj não procuro mais a felicidade e sim a paz, acho que isso vai me consola, saber que não sou feliz, mas saber que tenho paz em minha vida, paz e felicidade, seria bom juntas, mas me contento, aaaahhhhh como eu queria nossa como queria cara, falar o que eu acho, mostrar o que eu quero, viver o que eu sonho...... mas algumas coisas me conforta...
O primeiro passo foi dado, resta seguir andando, começar de novo, antes que eu megulhe novamente em minhas propias tentações , em meu proprio vicio... as vezes acho que sonho demais.... acho que estou no caminho errado....pq acredito que meus sonhos são somente sonhos...enquanto vivo em um profundo pesadelo...Eu quero esquecer algumas coisa..mas como esquecer u que mais amo... simples pare de amar....mas como?... simples pare de respirar!

A procura de dias felizes quase esqueci de compartilhar com ele minhas horas tristes.
Por um momento, e quase me engano, pensei num dia sem horas: tábua uniforme, linear, corpo único de coisa concreta - um dia feliz.
Quando o vento voltou me soprou baixinho: olha outra vez. Entao vi que aquele dia feliz, tinha uns trechos faltando eram as horas tristes que nao tinha compartilhado com ele.
Sentei na barra desse dia feliz e fiz voltar as horas. Escrevo essas tristezas a batom e em papel vermelho e colei na porta da casa de cecilia - ele leria.
Tenho dias felizes porque compartilho com ele minhas horas tristes.

 

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